A BATALHA DO AUTISMO - DA CLÍNICA À POLÍTICA

(ref.: 9788537811900)

Autor: ÉRIC LAURENT
Tradução: CLAUDIA BERLINER
Editora: ZAHAR
Ano: 2014
Número de páginas: 222
Categoria: Lacan

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Nota ao leitor brasileiro 9
por Marcus André Vieira e Rômulo Ferreira da Silva

Prólogo Por que a batalha do autismo? 17

PARTE I A causa do autismo

1. Autismo e psicanálise 27
Paixões 29
O sofrimento e a reclusão dos pais 30
Biológico ou psíquico, um falso debate 33

2. Autismo e real: balizas para a prática 36
A estrutura autista 37
Nomeações 40
Guardar-se dos sortilégios do imaginário 43
O autismo, um nome do real 45
Gozo do Um 49
Acoplamentos com o objeto autístico 51
Circuitos do objeto 54
Subtrair o excesso 57

3. Os espectros do autismo 60
Uma presença insistente 60
Causalidade biológica e difração clínica 63
O autismo se tornou nome de quê? 65
Passes de mágica 67
A metáfora química como doença da língua 70
Um espectro de testemunhos de autistas 72
O retorno do particular 76

4. Os sujeitos autistas, seus objetos e seu corpo 78
Borda de gozo 78
Foraclusão do furo 79
Clínica dos circuitos e extração do objeto 82
Do objeto sem forma à em-fôrma do objeto a 85
Topologia do espaço pulsional 89
O espaço autista e suas costuras 93
O furo sem borda e a presença do duplo 98

5. O trauma da língua 102
Reiteração do Um 102
Fazer calar a balbúrdia da língua 106
O grito real-lizado [Rééllisé] 110
Falar, um acontecimento de corpo 112
Redução dos equívocos e cálculo da língua 114

6. A letra e a prática entre vários 117
Atalhos para aprendizagens singulares 118
Espaços de jogo para a borda e a letra 120
Os registros da letra 123
Instância-tronco e desespecialização 125
Os nós do trauma 128
Que combate e por qual causa? 129

PARTE II Crônica de uma disfuncionalidade democrática
1. Educação e aprendizagem 135
Os autistas contra a indústria ABA-autismo 136
Os autistas contra a educação comportamental 143
Aprender não é saber 146

2. A busca desenfreada de provas 149
Autismo: epidemia ou estado ordinário do sujeito? 150
Errâncias estatísticas 157
A incerteza e seus demônios autoritários 159

3. A crise da zona DSM 162
Os sobressaltos da clínica 163
Os impasses do neuromulticulturalismo 166
Todos doentes, de quem é a culpa? 168
Manipulações das massas categoriais 171

Conclusão Os lugares do saber 176

Notas 180
Referências bibliográficas 204
Agradecimentos 222
Por que se referir assim à questão, por que a batalha do autismo?

Porque a identificação e o diagnóstico do autismo geram muitas polêmicas. Porque a expressão é recorrente nos depoimentos de pais de autistas sobre seu cotidiano de obstáculos. Porque, não menos importante, o tratamento do autismo opõe partidários de uma linha cientificista e defensores de uma abordagem relacional inspirada na psicanálise.

Reconhecido internacionalmente, o psicanalista francês Éric Laurent aborda todas essas batalhas, respaldado por uma longa experiência clínica e ativa colaboração teórica.

Essa edição conta ainda com uma seção especial revelando os pontos de aproximação entre a realidade brasileira e o atual estado de coisas analisado pelo autor.

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