A DOR - ORIGINALIDADE DE UMA TEORIA FREUDIANA

(ref.: 9788571374218 (CO))

Autor(a): Annie Aubert
Editora: Escuta
Coleção: Pathos (dirigida por Fernando Alberto Taddei Cembranelli)
Tradução: Carmen Lucia Montechi Valladares de Oliveira
Ano: 2017
Número de páginas: 248
Categoria Principal: Teoria Psicanalítica

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  • Sumário
  • Sinopse

Prefácio à edição brasileira

Dor, um conceito psicanalítico?, Sandra Lorenzon Schaffa, 9

 

Prefácio

Périplo de dor, 15

 

Introdução, 21

Apresentação dos projetos, 22

Resistência da psicanálise em tratar da dor, 23

Resistência da dor a se deixar definir, 25

Um problema epistemológico, 29

 

Preliminar, 31

A história da língua, 32

A filosofia grega na psicanálise freudiana, 37

Freud estoico, 39

Noções associadas na filosofia greco-latina, 42

Problemáticas da dor, 58

Interrogações, 60

 

A elaboração da teoria freudiana da dor

Marcos metodológicos, 63

Cronologia lógica dos textos, 63

Escolha metodológica, 66

 

1. Um tempo de emergência sintomática, 69

O contexto científico dos primeiros trabalhos freudianos, 69

A formação científica de Freud, 69

A dor da fisiologia alemã do final do século XIX, 72

O ponto de vista dos psicólogos, 75

A marca da filosofia, 76

A fisiologia na pesquisa freudiana, 77

1884. Uma dor "inconsciente", 79

Presença da dor, 80

Sobre a coca, 85

Adicção e desmentido da culpabilidade, 87

1890-1895. A dor do excesso, 89

A revelação da estadia parisiense, 89

Histeria masculina e neurose traumática, 92

Reorientação da pesquisa freudiana, 94

Somatização dolorosa e autoanálise, 97

A dor na clínica da histérica, 102

Função da dor na conversão, 109

Primeiras abordagens metapsicológicas, 112

Características e aquisições do período, 116

 

2. Um tempo de eclipse: 1900-1905, 121

O "recalcamento" da dor, 121

Evolução do projeto científico, 123

Um "buraco" na rede de representações, 127

A histérica não sofre mais, 131

Não existe masoquismo primário, 132

Recusa da experiência de dor, 135

 

3. O retorno da dor: 1914-1919, 139

A dor orgânica é o paradigma do narcisismo, 140

Na linha do apoio, 143

A dor do hipocondríaco e o eu-órgão, 146

A dor da melancolia e a divisão do eu, 148

O problema econômico da dor, 149

... Reencontra o do masoquismo primário, 151

A dor impensável, 155

Retomadas e avanços teóricos, 159

 

A conclusão da teoria freudiana: 1920-1926

A. Resolução do problema econômico da dor, 163

A dupla função da dor no traumatismo, 163

A dor "inconsciente" e o eu-corporal, 172

Dor e sublimação, 177

Masoquismo originário, 179

Dor e angústia, 183

As últimas aquisições freudianas, 188

 

B. Experiência de dor e limites da teoria freudiana, 191

Reparação e construção, 192

Reavaliação da experiência da dor:

a dor do embotamento, 195

A distração, 202

O desvio, 205

Clivagem e pensamento em sofrimento, 210

Na direção da conclusão, 216

 

Conclusões, 217

A teoria freudiana da dor, 218

Atual, excessiva, traumática, 218

Atribuição tópica e abordagem dinâmica, 221

Inteligibilidade da dor em psicanálise, 222

Solução do problema econômico, 223

Apreciação, 225

A dor como conceito psicanalítico, 225

O somatopsíquico, 226

Anassemia, 227

Dor e pensar, 228

Reatualização de uma experiência que não pode ser realmente esquecida, 229

Falha de pensar, 230

Limites da teoria freudiana, 231

Dor do embotamento e falha de funcionamento do pensamento, 232

Obrigação de pensar e construção, 233

 

Bibliografia, 237

Textos de Freud, 237

Bibliografia Geral, 239

Outras referências bibliográficas, 242

Índices de nomes próprios, 245

Esta obra de Annie Aubert tem muitos méritos. O primeiro, sem dúvida, está na escolha do seu objeto: Dor. Porque é um "objeto" que não encontra facilmente seu lugar na conceituação psicanalítica, que escapa incessantemente da classificação que encontramos aqui enquanto pensávamos ter armazenado em outro lugar. Dor circula em torno de fronteiras, ela transgride a tranquilizadora geografia. Dor não é um "objeto" inconsciente; é uma afetação da alma em face do enigma. Afeto primitivo, como o prazer, talvez em face do princípio do funcionamento psíquico: ao menos Freud gostaria de ter pensado assim, antes de ter sido compelido a outros movimentos de pensamento. E é a história desses movimentos, o trajeto complexo do pen¬samento afetado pela Dor, que Annie Aubert aqui delineia.

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