A ENTREVISTA DE VANCOUVER - FRAGMENTOS DE VIDA E OBRAS DE UMA VOCAÇÃO PSICANALÍTICA

(ref.: 9788531210532)

Autor: Franco Borgogno
Tradução António Fournier
Editora: Imago
Ano: 2009
Número de páginas: 64
Categoria Principal: Teoria Psicanalítica

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R$ 21,00
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  • Sumário
  • Sinopse

Introdução; 7

Prefácio; 9

Premissa; 15

Capítulo I
Um encontro fundante e as razões de um percurso; 17

Capítulo II
As experiências iniciais: luzes e sombras; 25

Capítulo III
Descoberta e redescoberta de um companheiro fundamental: Sándor Ferenczi; 35

Capítulo IV
Psicanálise como conversa especial e como aprendizagem progressiva das emoções e da experiência relacional; 45

Bibliografia; 57

A entrevista de Franco Borgogno sobre a “psicanálise como percurso recíproco de analista e analisando” é uma metáfora fascinante do caminho em direção ao conhecimento de si, que de forma correta se desenvolve no interior da análise. Percursos, viagens e a idéia de pesquisa de um objeto ideal não são metáforas raras na literatura e na mitologia, nem mesmo o trajeto como alegoria da descoberta da própria verdade. Borgogno encontra-se em ótima companhia ao se entregar a essa metáfora para simbolizar o trabalho psicanalítico e falar sobre ele nos termos de dois percursos, aquele do analista e aquele do analisando, para a descoberta dos respectivos mundos internos que se despertam e emergem no espaço interpsíquico criado por cada encontro analítico. A particularidade desta entrevista é que o Autor, sendo simultaneamente analisando e analista, oferece com profundidade e frescor uma fenda sobre como, a partir de fatos e razões de vida, seja constituída a singular visão da psicanálise que cada psicanalista alcança no topo de sua maturidade profissional.
Endre Koritar 


A autobiografia de um analista é um evento literário que aguça a curiosidade e sacode preconceitos. Franco Borgogno teve a coragem de se revelar como pessoa, iluminando os pontos de sombra dos seus nós existenciais. É daqui que Borgogno tira inspiração para o seu trabalho analítico de “testemunha dos fatos de vida do paciente” e de certas “condições ambientais iníquas e desvantajosas que afligem terror e desespero” em quem as vive.
Dina Vallino


Este pequeno e encantador livro de Franco Borgogno, uns dos meus colegas de formação, juntamente com Parthenope Bion e Stefano Bolognini, que lemos como um sonho acordado sobre a vida e carreira do autor, é também necessidade do contato emocional profundo e real do processo de crescimento e na relação com o paciente. Mostra como ele chegou às suas idéias atuais após uma longa jornada (seu livro de maior destaque, “Psicanálise como Percurso”), trave da sua descoberta de autores como Heimann e Bion (e da revelação que eles estimularam por meio dos conceitos da contratransferência a rèverie), até o pensamento de Ferenczi com ênfase na subjetividade do analista e no funcionamento mental da sessão (a chegada de Borgogno em Ítaca).
Antonino Ferro 


FRANCO BORGOGNO é analista didata da Società Psicoanalitica Italiana, Chefe da comissão IPA “Psychoanalysis and University”, professor pleno de Psicologia Clínica na Universidade de Turin (Itália) e um dos fundadores da Fundação Internacional Sándor Ferenczi. Escreveu diversos livros (o mais conhecido Psychoanalysis as a Journey, publicado em português pela Imago Editora, La partecipazione affettiva dell’analista, Ferenczi oggi), além de muitos trabalhos clínicos e teóricos de psicanálise em publicações internacionais e brasileiras.

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