ANOREXIA E BULIMIA - CONVERSANDO COM AS FAMÍLIAS

(ref.: 9788575852149)

Autor: Laura V. Souza/ Manoel Antonio dos Santos
Editora: VETOR
Ano: 2007
Nº de páginas: 127
Categoria Principal: Transtornos Alimentares

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Sumário

Prefácio 13

Apresentação 17

1. A abordagem construcionista social 19
1.1 A construção da doença 24
1.2 A família no contexto de tratamento dos transtornos
alimentares 31
1.3 O grupo como uma construção social 43

2. O delineamento da pesquisa 49
2.1 Objetivos 49
2.2 Marco teórico 49
2.3 O contexto de realização do estudo 52
2.4 Descrição do grupo de apoio aos familiares 52
2.5 Cuidados éticos 53
2.6 As estratégias de coleta de dados 54
2.7 Estratégias de sistematização e análise dos dados 55

3. A descrição dos participantes 59

4. Conversando com as famílias 65
4.1 A apresentação dos participantes: os sentidos para
se estar no grupo 66
4.1.1 Algumas reflexões 71
4.2 Os sem esperança e os fortalecidos: a construção
da diferença no grupo 73
4.2.1 Algumas reflexões 76
4.3 Somos iguais e diferentes: o reconhecimento de
semelhanças e desigualdades entre os participantes 79
4.3.1 Algumas reflexões 84
4.4 Você é o caçula, do meio ou adulto?: os lugares
possíveis de serem ocupados no grupo 87
4.4.1 Algumas reflexões 91
4.5 O grupo para quê?: a compreensão dos sentidos
construídos para o espaço grupal 93
4.5.1 Algumas reflexões 105
4.6 Somos colegas nesse ponto também: a construção
da possibilidade de continuarem juntos 109
4.6.1 Algumas reflexões 112

5. Considerações finais 113

Referências bibliográficas 117
Apêndices 125
Sobre os autores 128
Partindo da crença de que o espaço grupal oferece um contexto fecundo para a investigação do modo como as ideias, valores e significados são construídos, o livro Anorexia e Bulimia: conversando com as famílias apresenta os sentidos produzidos e negociados em um grupo de apoio de familiares de pessoas diagnosticadas com Anorexia e Bulimia. As famílias, ao conversarem entre si, trocam impressões sobre como e conviver com o transtorno alimentar, quais as maneiras de encontrar a melhora e qual o papel do familiar nessa situação. A partir do olhar construcionista social, pode-se perceber como os julgamentos construídos no grupo podem ser tomados como verdades, cristalizando determinadas descrições e acoes, que podem promover movimentos de segregação e afastamento no grupo. Todavia, o que esse estudo mostra e como esses sentidos podem ser revisitados e reconfigurados, em uma teia em constante construção, que enlaça novos significados a cada nova interação.

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