CADERNOS SOBRE O MAL - AGRESSIVIDADE, VIOLÊNCIA E CRUELDADE

(ref.: 9788520008300)

Autor: JOEL BIRMAN
Editora: CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA
Ano: 2009
Coleção: SUJEITO E HISTÓRIA
Número de páginas: 334
Categoria principal: Teoria psicanalítica

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INTRODUÇÃO 9

PARTE I

Agressividade e violência 17

1. A biopolítica na genealogia da psicanálise 19

2. Arquivo da agressividade em psicanálise 41

3. Violência, segregação e formas de subjetivação 59

4. Genealogia da passagem ao ato 81

PARTE II

Crueldade 105

1. A dor dos vencidos e dos vencedores 107

2. Crueldade e força do poder 127

3. A gramática cruel da pax americana 139

4. As ordens do comandante 147

5. Épica do mal 153

PARTE III

Os males no Brasil contemporâneo 159

1. A violência nossa de cada dia 161

2. Performance e espetáculo no futebol 167

3. Impunidades 173

4. Um mundo infestado pelos ratos 179

5. Não matarás? 185

6. Tatuando o desamparo 191

7. Ciranda eleitoral 209

8. Mal-estar à brasileira 219

9. Baú performático 225

10. Castrados de todo o mundo, uni-vos! 235

11. Crueldade e barbárie no Brasil 241

12. A alma dos inflacionados e os refluxos da estabilidade 247

13. Sociedade sitiada 259

14. Ah! Eu to maluco... 297

15. Ataque aos movimentos sociais 303

NOTAS 309

BIBLIOGRAFIA 327
53o Prêmio Jabuti - 2011 -Categoria Educação, Psicologia e Psicanálise. As novas formas de violência e de agressividade são analisadas por Joel Birman em Cadernos sobre o mal. Através da psicanálise, campo do saber que há muito já trata do tema crueldade, o autor lança novos olhares sobre as diversas manifestações desta faceta da natureza humana. Grandes nomes da intelectualidade mundial foram consultados por Birman: Sigmund Freud, Adorno, Walter Benjamin, Lacan, Maquiavel e muitos outros, que já trataram sobre o tema da violência-crueldade, contribuíram para a construção teórica do livro. Hoje, as grandes cidades brasileiras vivem em estado permanente de alerta devido à escalada de episódios de extrema violência. Levando em conta este cenário, Birman afirma que a perseguição e a paranóia são, sem sombra de dúvida, as formações psíquicas mais bem distribuídas entre nós. O livro apresenta caminhos para um melhor entendimento deste fenômeno e, assim, ajudar no fardo que hoje se constitui viver em uma sociedade sitiada e ostensivamente segregada. O autor ressalta que o objetivo da publicação é transcender o espaço da Academia e empreender um esforço extra-disciplinar para tratar deste tema. Em sua análise, Joel Birman demonstra que há diversas formas de agressividade e violência e traça um paralelo entre elas: a delinquência entre as classes menos abastadas tem como correspondente a corrupção e o crime do colarinho branco entre as classes média e alta. O autor alerta para o problema da violência não ser restrito ao Brasil e estar presente em todo o cenário internacional. Porém, ele destaca que a inconsistência das instituições brasileiras aliada à desigualdade social no país faz com que esta problemática ganhe proporções ¿quase apocalípticas¿.
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