CONFISSÃO E CURA - UMA INTERLOCUÇÃO ENTRE FOCAULT E A PSICANÁLISE FREUDIANO-LACANIANA

(ref.: 9788536214245 (CO))

Autor: CÉLIA APARECIDA FERREIRA CARTA WINTER
Editora: JURUÁ EDITORA
Ano: 2006
Número de páginas: 168
Categoria principal: Lacan

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INTRODUÇÃO ...................................................................................... 21


Capítulo I

A SEXUALIDADE E A CONFISSÃO ................................................... 27

1.1 Sexualidade ................................................................................. 28

1.1.1 A Sexualidade Grega .............................................................. 28

1.1.2 A Sexualidade Crista ................................................................ 37

1.1.3 A Sexualidade Médica ............................................................... 41

1.1.4 A Sexualidade Freudiana ............................................................. 45

1.2 Confissão .................................................................................... 51

1.2.1 A Relação Mestre- Discípulo .................................................... 53

1.2.2 O Poder Pastoral ...................................................................... 64

1.2.3 A Confissão Voluntária e a Prática da Penitência ................. 68

1.2.4 A Medicina e a sua Herança: a Confissão ...............................75

1.2.5 A Psicanálise na Linguagem das Práticas Confessionais .......... 80


Capítulo II

A CLÍNICA FREUDIANA .................................................................. 91

2.1 Sexualidade ............................................................................... 93

2.1.1 Sexualidade Infantil ................................................................. 102

2.1.2 A Teoria Pulsional ................................................................... 105

2.2 Confissão .................................................................................. 111

2.2.1 O Período da Hipnose ............................................................. 111

2.2.2 Da Hipnose à Ab-Reação ......................................................... 113

2.2.3 Da Defesa à Associação Livre.................................................. 117

2.2.4 O Poder da Palavra ................................................................ 121


Capítulo III

DE FREUD A LACAN ...................................................................... 129

3.1 Sexualidade ............................................................................. 130

3.2 Confissão ..................................................................................133

3.2.1 Intersubjetividade .................................................................... 139

3.2.2 Direção do Tratamento ............................................................... 149

3.2.3 O Avesso da Psicanálise ......................................................... 152


CONCLUSÃO .............................................................................. 157


REFERÊNCIAS .............................................................................. 163


ÍNDICE ALFABÉTICO .................................................................. 165

Para Foucault a confissão vai para além do ato de enunciar para um outro culpas e pecados, ela também se interioriza como prática de penitência e do exame de consciência e se estabelece como uma relação saber/ poder que funda subjetividades, e o confissionário único lugar institucional onde o discurso individual encontrava acolhida. A medicina e a psicanálise seriam seus herdeiros.
O interrogatório e a confissão é uma das formas em que o saber e o poder psiquiátrico se articulam. A psicanálise, segundo Foucault, inscreveria-se na linhagem confessional, ao constituir um sujeito sujeitado ao saber do outro que o analisa, interpreta, mostrando a verdade ao analisante.
Confissão e Cura é resultado desse debate, salientando que, antes de tudo, a análise deve ser compreendida com uma práxis, logo, com uma ética: a ética do bem dizer. O que esse livro pretende demonstrar é que a análise visa justamente romper com essa relação saber/poder ao romper com o sujeito-suposto-saber fazendo com que o sujeito se encontre com o impossível de saber. A invenção é o recurso que cabe ao sujeito para inscrever sua singularidade no social, frente à impossibilidade de completar-se na fala porque a falta não é subjetivável.

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