HISTERIA - UMA ANÁLISE FREUDIANA DE MADAME BOVARY

(ref.: 9788536240121 (CO))

Autor: Thalita Lacerda Nobre
Editora: Juruá
Ano: 2012
Número de páginas: 106
Categoria Principal: Freud

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  • Sumário
  • Sinopse

INTRODUÇÃO; 9

Capítulo 1 - A CONSTITUIÇÃO FEMININA SEGUNDO FREUD; 15

1.1 A organização pré-genital infantil: fase oral e fase anal; 15

1.2 Sob o ponto de vista da constituição psíquica; 21

1.3 A organização genital infantil; 22

1.4 Os herdeiros do complexo de Édipo e a ascensão à organização genital adulta; 29

Capítulo 2 - HISTERIA: O DESCAMINHO DA FEMINILIDADE; 31

2.1 As bases da histeria; 32

2.2 A histeria como fixação da libido na fase fálica; 36

2.3 A inveja do pênis; 40

2.4 As figuras materna e paterna; 42

2.5 O recalque e as identificações; 43

2.6 A fragilidade identificatória e a escolha de objeto amoroso; 46

Capítulo 3 - UMA LEITURA PSICANALÍTICA DEMADAME BOVARY, DE GUSTAVE FLAUBERT; 49

3.1 Apresentação do romance literário; 49

3.1.1 Apresentação da jovem Emma; 50

3.1.2 A nova personagem de Emma; 53

3.1.3 O casamento e a esperança; 54

3.1.4 A desesperança e a nova esperança; 57

3.1.5 Mais uma personagem a ser encarnada; 60

3.1.6 Emma investe, a seu modo, no marido; 64

3.1.7 O amante haveria de lhe gratificar; 65

3.1.8 Lucia di Lammermoor; 67

3.1.9 A realidade da vida cotidiana se impõe; 69

3.2 A sociedade burguesa do século XIX e a mulher na criação de Gustave Flaubert; 72

3.3 Feminilidade e histeria em Madame Bovary; 79

3.3.1 Emma e a histeria; 80

3.3.2 A fantasia como saída histérica; 83

3.3.3 Outro desejo, outra personagem; 84

3.3.4 A histeria e a delegação de seu desejo ao outro; 86

3.3.5 Emma, a portadora do objeto fálico; 88

3.3.6 A fantasia de Emma se defronta com a realidade; 90

MADAME BOVARY AINDA VIVE?; 93

REFERÊNCIAS; 99

ÍNDICE ALAFABÉTICO; 101

O presente livro apresenta reflexões sobre a feminilidade e seus desarranjos que possibilitam o surgimento de doenças mentais e nos fazem pensar a respeito do feminino (e do masculino) em sua toda a sua complexidade. A análise desenvolvida pela autora se dá pelo prisma psicanalítico sobre a protagonista da obra literária Madame Bovary no âmbito da escola freudiana. Este romance, escrito por Gustave Flaubert e publicado em 1856 - ano do nascimento de Freud - causou uma grande repercussão na sociedade francesa da época. Por causa disto, o autor foi julgado por ofensa à moral pública e religiosa. O intuito de utilizar Emma Bovary como objeto deste estudo se deve, principalmente, pelo fato dela apresentar características que podem ser compreendidas, à luz da Psicanálise, como histeria feminina. Para tornar claro esse entendimento, neste trabalho, se utilizou não somente as contribuições de Freud, mas de outros autores que juntamente com as postulações do Pai da Psicanálise tratam da constituição da feminilidade e seus desarranjos, que conduzem a neurose histérica. Emma Bovary, ao contrário de personagens românticas não é descrita, por seu autor, como uma mulher perfeita, impecável e sofredora, mas sim, com características humanas reais. Aí estão as características realistas que fundaram uma nova escola literária no século XIX e impactaram uma geração.
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