O INCONSCIENTE - QUE É ISSO?

(ref.: 9788539104086)

Autor: Colette Soler
Editora: Annablume
Coleção: Ato Psicanalítico
Ano: 2012
Número de páginas: 194
Categoria Principal: Lacan

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  • Sumário
  • Sinopse

PREFÁCIO DE Dominique Fingermann 11

CAPÍTULO 1 - 21 DE NOVEMBRO DE 2007 17
Questão de método 18
A linguagem, condição do inconsciente 23
O inconsciente, isso fala 25
Não há fala sem linguagem 27

CAPÍTULO 2 - 28 DE NOVEMBRO DE 2007 31
O fundamento freudiano 31
O que falar quer dizer? 33
A resposta analítica 35
A coisa freudiana 38
A verdade, eu falo 39
A interpretação freudiana 42

CAPÍTULO 3 - 19 DE DEZEMBRO DE 2007 47
A escuta analítica 47
O fazer ouvir/deixar a entender do inconsciente 51
O inconsciente-desejo 56
O efeito de fala 60

CAPÍTULO 4 - 9 DE JANEIRO DE 2008 63
É preciso tomar o desejo ao pé da letra 63
Desejo sem objeto 6
Função do desejo 68
Retomada com o objeto a 71
lnsciência 76

CAPÍTULO 5 - 6 DE FEVEREIRO DE 2008 79
O desejo do psicanalista79
O enunciador 84

CAPÍTULO 6 - 20 DE FEVEREIRO DE 2008 93
Lugar do Eu 93
O en-je 97

CAPÍTULO 7 - 12 DE MARÇO DE 2008 109
Usos do passe109
Nada além de saber 114
Presença do saber sem sujeito 117

CAPÍTULO 8 - 26 DE MARÇO DE 2008 121
O saber sem sujeito 121
O amor repetitivo 126
O amor em julgamento 127
O amor novo 129
Um amor que sabe 129

CAPÍTULO 9 - 9 DE ABRIL DE 2008 131
O muro 131
Princípio de desligamento 135
O amor e o real 138
A prova pelo amor 141

CAPÍTULO 10 - 7 DE MAIO DE 2008 147
O inconsciente, saber sem sujeito 147
O escrito necessário? 150
A letra é em si mesma um efeito de linguagem, mas segundo 151
Localização da letra 152
Como isso se escreve? 153
O que se lê 156

CAPÍTULO 11 - 21 DE MAIO DE 2008 159
O que se escreve 160
Do signiflcante ao signo 166

CAPÍTULO 12 - 11 DE JUNHO DE 2008 171
Uns não entre outros 171
O fim pelo escrito 176
O fim pelo real? 177
Optar pelo real? 182
Signo do real? 184

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 187

Este ano vamos falar do inconsciente. O problema, como vocês sabem, é que não se pode falar daquilo que não existe. Mas e o inconsciente, então? Falamos dele, ele existe ou é uma ficção? É preciso ousar fazer essa pergunta, já que há tantos revisionistas negadores do inconsciente. Proponho, então, como epígrafe do ano a afirmação de Lacan segundo a qual ¿O inconsciente é um fato, na medida em que se sustenta no próprio discurso que o estabelece¿. Ele ¿só ex-siste em um discurso¿.
Colette Soler (Formações Clínicas do Campo Lacaniano, Colégio Clínico de Paris, 2007-2008)

Podemos pensar que não estamos mais na época de Freud, quando este precisava defender, argumentar, advogar a sua invenção. Não, decerto, mas talvez esteja pior, pois tanto a banalização e a galvanização abusiva quanto a denúncia, por vezes feroz, do discurso da ciência desbancando a psicanálise, necessitariam talvez de uma vigilância e de uma postura mais tônica, e até mesmo mais despudorada, daqueles que se responsabilizam em transmitir a especificidade do discurso analítico e sua operatividade peculiar. (Da apresentação de Dominique Fingermann)
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