PSICANÁLISE, LINGUÍSTICA, LINGUISTERIA

(ref.: 9788571372962 (CO.))

Autor: SONIA BORGES
Editora: ESCUTA
Ano: 2010
Número de páginas: 292
Categoria Principal: Lacan

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  • Sumário
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Prefácio

Uma aposta no futuro, por Roberto Mello 9

1. PSICANÁLISE, LINGUÍSTICA E ESCRITA
Derrida, desconstrução e escrita 19
Na banda de Moebius: oralidade e escrita 45
Psicanálise, representação e linguagem 53

2. ESCRITAS DE CRIANÇA
Alfabetização: repetição e diferença 83
Psicanálise, linguística e aquisição da escrita 101
A alfabetização depois de Lacan 113
Criança, corpo e linguagem 123

3. LINGUISTERIA
Psicanálise e escrita 135
Letra a letra, a escrita do corpo 143
De A a Z, a escrita do delírio 161
A lógica do delírio: a ordem sob a desordem 175
Drogadicção: um recurso auxiliar? 189
Da lesão funcional ao trauma, de Charcot a Freud 197
A letra em questão: Lacan com Aristóteles 205

4. A LINGUAGEM DA ARTE
A arte pensa 215
Antonin Artaud: arte e estética da existência 223
A sublimação, a criação e o vazio da Coisa 235
Eva tagarela: criação, criacionismo e posição feminina 251
A eternidade do espaço na pintura de Francis Bacon 267

Referências 281

Na sucessão dos capítulos deste livro revela-se um percurso de cerca de 15 anos em que Sonia Borges insiste na pesquisa sobre a escrita em suas relações com a psicanálise: o que é a escrita? O que implica a entrada da criança na linguagem escrita? O que significa escrever? Qual a relação entre escrita e corpo? Que funções a escrita pode ter na neurose e na psicose? O que a literatura tem a oferecer à psicanálise?

O ponto de partida de seu trabalho foi o estudo crítico das relações oralidade e escrita. Com Derrida retoma as contribuições de Freud e Saussure, considerando-as responsáveis pela grande ruptura com concepções sobre a escrita onipresentes no pensamento ocidental. No cerne desta crítica está a constatação de que, de Platão a Hegel, a escrita foi relegada a uma posição subalterna, porque reduzida a mera representação gráfica da linguagem oral. Neste sentido, as interrogações sobre a escrita se dão em estreita relação com a questão crucial da filosofia: o problema da representação.

Na segunda parte do livro, a autora, de forma inédita na área, discute as limitações teóricas das concepções tradicionais de alfabetização que, não reconhecendo as determinações do inconsciente sobre este processo, o reduzem à compreensão e/ou à mecanização das relações de representação entre os componentes gráficos e fonológicos da linguagem. Mas, não se limitando à discussão destas questões, desenvolve e experimenta uma nova proposta de alfabetização, tendo como base teórica a linguística ressignificada pela psicanálise. As referências são, particularmente, as ideias de Roman Jackobson.

As duas últimas partes do livro são Linguisteria e A linguagem da arte. Com esta ¿palavravalise¿ Lacan evidenciou as relações de aproximação e diferença entre linguística e psicanálise. Sonia Borges dá prosseguimento à sua pesquisa sobre a escrita evidenciando as suas especificidades e funções na clínica psicanalítica: a escrita como sintoma, como suplência na neurose e na psicose, assim como as contribuições da literatura e também das artes plásticas para a reflexão psicanalítica.
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