PSICOLOGIA JURÍDICA E ABORDAGEM GESTÁLTICA - UM ENCONTRO NAS VARAS DE FAMÍLIA

(ref.: 9788536244105 (CO))

Autor: Christine Vieira Pereira
Editora: Juruá
Ano: 2013
Número de páginas: 158
Categoria Principal: Psicologia Jurídica

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Sumário

INTRODUÇÃO .

1 - CONTEXTUALIZANDO POSSIBILIDADES DE ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NAS VARAS DE FAMÍLIA

1.1 Família Contemporânea

1.2 Separação Conjugal em Famílias com Filhos

1.3 Algumas Problemáticas que Chegam aos Psicólogos nas Varas de Família: Disputa de Guarda de Filhos e Regulamentação de Visitas

1.4 Possibilidades de Atuação do Psicólogo nas Varas de Família para Além do Uso Restrito de Perícias

2 - PONTO DE PARTIDA: COMPREENSÃO DIAGNÓSTICA EM GESTALT-TERAPIA

2.1 Pensamento Fenomenológico e Postura Compreensiva

2.2 Princípios da Compreensão Diagnóstica em Gestalt-terapia e Evidências da Postura Compreensiva

2.2.1 Diagnóstico como Processo

2.2.2 Diagnóstico como Compreensão do Gestalt-terapeuta

2.2.3 Diagnóstico Construído a partir da Relação entre Gestalt-terapeuta e Cliente

2.2.4 Aspectos Fenomenológicos

3 - POR UMA POSTURA COMPREENSIVA GESTÁLTICA QUE FUNDAMENTE A PRÁTICA EM VARAS DE FAMÍLIA

3.1 Postura Compreensiva no Atendimento à Família

3.2 Postura Compreensiva: Compreensão Construída na Relação entre Psicólogo Jurídico e Família

3.3 Postura Compreensiva Fundamentada na Atitude Fenomenológica

3.4 Postura Compreensiva: Suporte na Geração de Compreensão do Psicólogo Jurídico

CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERÊNCIAS

Anexo A - Tabela 2935 - Processos de separação judicial encerrados e separações judiciais concedidas, em 1ª instância, por natureza, fundamento da ação não consensual e requerentes, grupos de idade e tipo dos cônjuges e lugar da ação do processo.

Anexo B - Tabela 2948 - Separações judiciais concedidas em 1ª instância a casais com filhos menores de idade, e número de filhos menores de idade dos casais envolvidos por número de filhos do casal, responsáveis pela guarda dos filhos e lugar da ação do processo.
É o filho que mora com o pai... com a mãe... ou sozinho. [...] É o pai mais distante. É a filha carente de mãe: a força imagética com que somos provocados por este trecho da peça Depois que meus pais se separaram..., registrados no início do livro, nos aponta a riqueza e a complexidade observados nos enredos de algumas famílias contemporâneas. Um verdadeiro mosaico diante do qual muitos profissionais, no âmbito das Varas de Família, se sentem desafiados ao lidar com temas, tais como separação conjugal e guarda de filhos. Diante deste cenário, a autora nos conduz, de modo particular e criativo, ao encontro entre a Psicologia Jurídica e conceitos advindos da Abordagem Gestáltica, reunindo contribuições à prática do psicólogo que atua no campo dos Juízos de Família.
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