VIOLÊNCIA E SOCIEDADE - A VIOLÊNCIA URBANA NUMA VISÃO ACADÊMICA INTERDISCIPLINAR

(ref.: 9788580420364)

Autor: Edijéce Martins Ferreira
Editora: CRV
Ano: 2011
Número de páginas: 135
Categoria Principal: Psicologia Social e de Grupos

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SUMÁRIO

Introdução 11

CAPÍTULO 1
Violência: a realidade que não queremos ver 15
Edijéce Marfins Ferreira, Vitória Maria Machado Laranjeira

CAPÍTULO 2
Uma tipologia da violência 25
Edijéce Marfins Ferreira, Andréa Lúcia Alves da Silva, Denise Cavalcanti,
Érica Regina da Silva, Janielly Nunes e Silva, Juliana Rafaela Xavier Pereira

CAPÍTULO 3
Raízes genéticas da violência: revisãoda literatura 43
Denise Cavalcanti, Edijéce Martins Ferreira

CAPÍTULO 4
A representação social da criança e do adolescente em relação à violência doméstica 49
Davina Maria Guimarães Barros, Odalisca Cavalcanti de Moraes,
Andréa Barros de Oliveira, Bárbara Nathalie Cavalcanti Rodrigues, Lillya Feitosa Torres

CAPÍTULO 5
Uma teoria social comunitária da violência 61
Érica Regina da Silva, Edijéce Marfins Ferreira

CAPÍTULO 6
O impacto da violência urbana na família de comunidade de baixa renda
do Recife (2004-2006) 67
Janice Marie Sremkar Albuquerque, Jeane Alves dos Santos Cançado

CAPÍTULO 7
Violência urbana, desigualdade social e cidadania 105
Janielly Nunes e Silva, Edijéce Martins Ferreira

Bibliografia sobre a violência 113

Sobre os Autores 133
Temos de reconhecer que a atual administração estadual tem feito um esforço para reduzir o número de homicídios no âmbito do seu governo e tem conseguido resultados melhores do que no passado. Mesmo assim, tendo a violência já sob certo controle, ela é ainda muito alta para os padrões dos países civilizados. Não admira que, curiosamente, em 2002 a Cidade do Recife teve tantos homicídios quanto em toda a França e que a cidade de São Paulo, em 2007, comparativamente, fosse responsável por 1% de todos os homicídios praticados no mundo (Edijéce).
A violência doméstica é geralmente causada nos ambientes em que as crianças e os adolescentes se encontram e convivem o domicílio o que faz com que os mesmos apresentem representações de insegurança, de dependência e, consequentemente, demonstrem dificuldades: de participação em atividades sociais, de relacionamento com outras pessoas, ou seja, no ambiente extra e intra-doméstico.
Essas dificuldades irão, consequentemente, interferir na forma como eles expõem suas necessidades e expectativas diante da vida, além de direcionar as diversas respostas dos violentados quanto à situação vivenciada (Davina).
Em todas as comunidades há a ocorrência da violência envolvendo algum membro das famílias, trazendo consequências irreversíveis na vida das pessoas. O problema de depressão desenvolvido por muitas mães que têm filhos envolvidos na criminalidade é o problema de saúde mais frequente e grave. Observou-se em João de Barros que 33,33% das pessoas entrevistadas apresentam um quadro de depressão como resultado da violência. No Alto de Santa Izabel e Chão de Estrelas, das pessoas que confirmaram a existência de membros de suas famílias inseridos na violência ativa e/ou passiva, 14,70% sofrem de depressão (Janice).

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